sexta-feira, 28 de agosto de 2015

VOOS

                             O DO MOSCARDO É O MAIS CONHECIDO  ( Rimsky - Korsakov)



                                                    NO ENTANTO O J.CLARÉ PREFERE O DA GARÇA



SUGERIMOS....

NO ALANDROAL
                                             
                                                           

NOUTRAS LOCALIDADES







DESPORTO


NACIONAL DE SENIORES – 2ª Jornada -  30/08
Almancilense – Juventude de Évora
Lusitano V.R.S.A. – Atlético Reguengos
Moura – Pinhalnovense.

Preparando o Futuro


RECEBIDO C/ PEDIDO DE PUBLICAÇÂO:
PEDIDO DE DIVULGAÇÃO
Os «Amigos de São Brás dos Matos» são um grupo sem fins lucrativos que nasceu em Outubro 2013 na bonita Aldeia da Mina do Bugalho, Concelho do Alandroal no Alentejo.
Este grupo nasce com o intuito de dar azo a prática desportiva, ocupar a juventude, e ocupar também o seu Líder/ impulsionador que é o Jovem Vítor Matos, que abraçou o projecto «Amigos de São Brás dos Matos», equipa de futebol amadora.
Terminada que está a época desportiva 14/ 15 dos «Amigos de São Bras dos Matos» e apesar de todas as dificuldades que encontrámos pelo caminho, conseguimos chegar ao final da época com 23 jogos realizados, iniciámos a temporada no dia 13 de Setembro de 2014 na Vila da Azaruja (Concelho de Évora) frente ao Grupo União Recreio Azarujense e terminámos com o jogo da estreia Internacional dos Amigos de São Brás em Cheles, Província de Badajoz em Espanha no passado 02 de Agosto de 2015.
Durante vários meses percorremos inúmeros campos de futebol do nosso Alentejo, tendo sempre como principal «arma» a FORÇA DE VONTADE, incutida nesta equipa por Vítor Matos. Para ser possível realizar a 2ª época desportiva dos Amigos de São Brás sobrevivemos com Patrocínios, Sorteio de rifas, venda de cachecóis, bonés e t-shirts alusivas aos Amigos de São Brás dos Matos. Por motivos extra-futebol, o Município do Alandroal e a União de Freguesias de Alandroal, São Brás dos Matos e Juromenha não apoiam a nossa equipa, somos a única equipa no Alentejo a realizar um elevado número de jogos durante a época e não temos apoio das entidades que devem apoiar o desporto, não temos campo para os jogos em casa, tendo um Complexo Desportivo Municipal no Alandroal, repito, Municipal que e pago com dinheiro que sai dos nossos bolsos, nós vemo-nos privados de lá poder realizar apenas 1 jogo em casa por mês como era nosso objectivo porque a Autarquia Alandroalense não colabora connosco. Enfim… e o que por cá temos, neste Concelho o Sol quando nasce não e para todos. A falta do campo dificulta-nos imenso incluir o maior número de jovens do Concelho, porque realizando os jogos fora de casa e com longas deslocações não temos transportes suficientes e em muitos jogos a equipa está incompleta, por vezes a jogadores que não podem participar nos jogos por falta de transporte.. Superando as dificuldades conseguimos atingir os objectivos propostos no inicio da época, em 23 jogos, perdemos 09, 04 empates e 10 vitórias, sofremos 59 golos e marcamos 75 golos. Saldo extremamente positivo, faltou-nos regressar ao Estádio Capitão César Correia em Campo Maior, mas o regresso dos Amigos de São Brás está já agendado para breve.
Agradecemos a todos os Patrocinadores oriundos da Mina do Bugalho, Juromenha, Alandroal (grande maioria dos nossos patrocinadores são do Alandroal), Pardais, Vila Viçosa, Borba, Estremoz, Redondo, Évora, São Pedro do Corval, Elvas e Campo Maior que nos têm ajudado imenso, ao Sr Comendador Rui Nabeiro (Delta Cafés) que nos ofereceu um conjunto de equipamentos de futebol, a todos os nossos Apoiantes que têm adquirido os nossos artigos, pessoas da Mina do Bugalho, Alandroal, Juromenha, Rosário, Montejuntos, Redondo, Pardais, Vila Viçosa e Elvas. Agradeço também aos meus pais e alguns amigos, a Comunicação Social Regional que sempre nos tem apoiado. Obrigado Casa de Cultura de Corval e União de Freguesias de Vila Boim. Uma palavra a todos os jogadores que representam os Amigos de São Brás por todo o seu esforço e dedicação por me ajudarem a manter no ativo a grande equipa dos «Amigos de São Brás dos Matos» tendo como lema «FORÇA DE VONTADE».

OBRIGADO A TODOS POR APOIAREM OS «AMIGOS DE SÃO BRÁS DOS MATOS

Vítor Matos



quinta-feira, 27 de agosto de 2015

NÃO PERCEBO

NÃO PERCEBO - PORQUE PREJUDICAM QUEM NÃO TEM NADA A VER COM ISSO, CORTANDO O TRANSITO E NÃO CORTAM A “GAITA” A UM TAL SALGADO, QUE NO SEU PALACETE SE “MIJA” A RIR, COMENDO E BEBENDO DO MELHOR!


NÃO PERCEBO - PORQUE TENDO A FACA E O QUEIJO NA MÃO, NÃO OS METEU NA ORDEM QUANDO DEVIA!

NOTÍCIAS DO ALENTEJO

Alentejo é a Região com maior falta de Médicos.

Agricultores do Alentejo e de Castelo Branco aflitos com a seca.

Campo Maior entregou oficialmente o dossier da candidatura das Festas do Povo de Campo Maior a Património Cultural Imaterial da Unesco. Uma candidatura liderada pela ERT Alentejo.

 O fabricante francês Mecachrome assina hoje o contrato para instalação no parque de Industria Aeronáutica de Évora.




TAUROMAQUIA

CORRIDAS A REALIZAR (Quem gosta vai...quem não gosta...não vai)


CONTAS FURADAS ....


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

MEMÓRIAS - Hoje do Chico Manuel

Este foi um dos automóveis no qual o Senhor Domingos Maria Peças, normalmente às Segundas-feiras trazia a muitos Alandroalenses uma noite de sonho e magia. No mesmo transportava uma "catrefa" de material. 
Alem das bobines dos filmes a exibir, a máquina de projectar, as cornetas do som, uma enorme caixa para enrolar e desenrolar as bobines, iluminação necessária e frequentemente um “compagnon de route”, de seu nome Salustriano quando vinha de Monforte, o Padoca quando partia do Alandroal para outras paragens.

Esta é a parte dos incompletos “Casarões”, que por certo muitos Alandroalenses ainda se recordam. Era neste imóvel, que nunca chegou a servir o fim para o qual foi idealizado que o Domingos Peças, nas quentes noites de Verão procedia à exibição dos filmes programados.
Teria sido uma obra de grande envergadura se motivos, julgo pecuniários, não tivessem impedido o seu acabamento. 
Tratava-se de ali construir a sede da então Sociedade Artística, mas que se ficou apenas pelos alicerces, duas grandes divisórias, e o espaço destinado a uma cave de grande dimensão. Na segunda divisória de considerável comprimento, ao fundo foi adaptado um ecran fixo, que permitia o visionamento até em cinemascópio e tecnicolor das “fitas” , muitas vezes com a intromissão de personagens estranhas ao filme (ratinhos, osgas e afins) procedentes do fosso onde era suposto construir um palco, mas que na falta deste se foi enchendo de estranha flora. Ao alto das paredes que separavam as duas divisórias eram colocados os  “alti–falantes” que sem necessidade de Soround nos faziam sonhar escutando o sussurrar de uma Sophia Loren, Grace Kelly, Marilyn Monroe, Brigitte Bardot, Liz Taylor, ou a voz inconfudível de um Burt Lencaster, Tony Curtis, Jonh Wayne, James Stwart…. E então  a “pancadaria” de um Eddie Constantine, ou Tyrone Power que sem necessidade de   3D nos faziam sentir como se os “murros” nos  fossem dirigidos!
Houve que elevar o muro principal na medida em que muitos “borlistas” utilizavam o adro da Igreja como 1º balcão substituindo os poiáis pelas “confortáveis” cadeiras de ferro, ao custo de 2$50, para quem não trouxesse "assento" de casa.
Já a parte lateral (visível na fotografia), era o cemitério das bolas de futebol saídas nas rifas no Domingos Cachamela, pois era ali que duas pedras serviam como traves da baliza, do campo de futebol proporcionado pela extensão dos Arquizes, e onde a bola embatia impulsionada pelos “biqueiros” dos craques.
Com o final do cinema ambulante do Domingos Peças, tornaram-se desnecessários os Casarões, pois chegou-se à conclusão que era de todo impossível concretizar a obra. Foram os mesmos vendidos na altura por 50 contos, verba que deu azo a que a Direcção da Sociedade Artística sugerisse, tendo como fundo de maneio essa verba em caso de prejuízo, a realização das Festas de Setembro. Tal não foi necessário porque em Assembleia Geral, realizada para o efeito, todos os Sócios presentes se comprometeram, conforme as suas posses a disponibilizar a verba necessária em caso de prejuízo.  Não foi necessário, antes pelo contrário.
Mais de meio século se passou. Onde eram os Casarões está agora um Parque Infantil. O local onde se projectava o cinema foi substituído por uma confortável sala de espectáculos, incluída num moderno Forum Cultural.

O local de pó, pedras e lama, que servia de campo da bola, de seu nome Arrequizes, é agora um aprazível local, onde em noites de calor, confortavelmente sentado, se pode disfrutar de um agradável serão.

Saudades do tempo passado. Vontade de usufruir o tempo presente, que vai excasseando...

Chico Manuel

"MAI NADA"


E SE NÃO FOREM NA CONVERSA PERCAM O AMOR AOS TOMATES E CHEGUEM-LHE UMA TOMATADA


SE TIVER POSSIBILIDADES VÁ ATÉ LÁ…MERECE A PENA!



O Festival do Crato arranca hoje, quarta-feira dia 26, e prolonga-se até sábado.
Neste primeiro dia, sobem ao palco Soja, Marcelo D2 e Carlão, tendo ainda como cabeças-de-cartaz para os restantes dias James Arthur, Tom Odell e Guano Apes.
No espaço de acesso livre, os visitantes poderão também usufruir de espetáculos musicais, direcionados para o fado, cante alentejano, tango, flamenco, entre outros.
Durante o evento, a organização disponibiliza ainda um espaço para todos os festivaleiros que queiram acampar.
Os preços dos bilhetes para o Festival do Crato variam entre os dez euros, nos dois primeiros dias, e os 12 euros, nos últimos dois dias do certame.

Os bilhetes para os quatro dias do festival custam 24 euros e com acesso ao “camping” ocasional, durante os quatro dias, 27 euros.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

RUBRICA " CINE CLUBE DOMINGOS MARIA PEÇAS" - Agora a cargo de Henrique Lopes

DO CINEMATÓGRAFO PARA A PÓLIS, por Henrique José Lopes

Metáforas de um jardineiro…(e logo nós que precisamos de um novo…)
Um dos filmes que mais me marcou nos anos 70 foi “Being There” (1979) de Hal Ashby, que em Portugal teve o título de “Bem-vindo Mr. Chance”. O protagonista era o fabuloso ator britânico Peter Sellers (cuja interpretação foi nomeada para os Oscares e bem o merecia ter ganho; tinha neste filme a companhia da não menos prodigiosa Shirley Mclaine (quem é cinéfilo que se preze, e eu sou, não deixará de recordar a sua presença em obras marcantes como “O Apartamento” de Billy Wilder” ou num dos mais belos melodramas de todo o cinema, “Deus Sabe Quanto Amei” de Vincente Minnelli”, onde só um empedernido do coração, não verte uma lágrima). 

Mas vamos um pouco ao resumo da história deste filme maravilhoso, quanto a mim e há muito que o sustento, o vejo como uma esplêndida metáfora sobre a politica e as ideias.
Chance (Peter Sellers) é um modesto jardineiro que passou praticamente toda a sua vida a trabalhar para um idoso economicamente abastado. A sua experiência de vida é reduzida e limitada praticamente aos portões dos jardins. A exceção são as noites, durante as quais passa longos períodos em frente à televisão e, através dela conhece um pouco do mundo exterior.
Entretanto dá-se o falecimento do seu patrão (personagem que nunca vimos no filme), tal acontecimento leva o leal jardineiro a abandonar a casa e fica à sua própria mercê, facto que se acentua com a sua inexperiência de vida. Ele não sabe ler, nem escrever, não tem bilhete de identidade e nunca andou num automóvel. Ao sair de casa e já durante a noite, olha na rua uma televisão grande que o reflete a si próprio. Ao recuar (olhando sempre para a televisão, o qual foi sempre o objeto de ligação com o mundo exterior) é ligeiramente atropelado por um carro.
Devido a este incidente, Chance acabe por conhecer Ben (Melvyn Douglas), um influente senador e a mulher deste, Eve (Shirley MacLaine). O jardineiro é confundido com Gardiner (seu antigo patrão). É entretanto levado pelo referido senador e pela sua mulher. Chance, agora chamado Chauncey Gardiner, torna-se amigo e confidente de Ben. Toda a sua retórica é baseada no jardim e em tudo que envolve esse contexto de trabalho.
A partir deste momento, as palavras do simples jardineiro passam a ser tidas como sábias, verdadeiras metáforas sobre o conhecimento e a essência das coisas do mundo. Deste modo, Chance vê-se projetado para o meio de um círculo de importantes políticos, os quais estão em busca de «novas ideias e abordagens».
De analfabeto passa a ser supostamente (para quem o rodeia) um grande político. Vai a programas de televisão, toda a gente importante o segue, ouve e vê com especial atenção. Qualquer comentário seu é apreciado e tido como profundo. Neste sentido, tomemos como exemplo dois pequenos fragmentos de diálogo de uma situação do filme passada numa entrevista que Chance dá a um programa de televisão:
O entrevistador: Um país não precisa de ter um líder… que ultrapasse estes períodos de crise? Um líder capaz de nos guiar nas estações más, assim como nas boas.
Chance: Sim. Precisamos de um jardineiro muito bom. E concordo com o Presidente, o jardim precisa de muitos cuidados. É um bom jardim, As suas árvores são saudáveis.
Num outro momento posterior…
O entrevistador: Calculo que talvez lhe seja difícil responder a esta pergunta, mas…acha que temos nas suas palavras um jardineiro muito bom, a governar, neste momento.
Chance: Sim algumas plantas…dão-se bem ao sol…e outras crescem melhor à sombra.
O entrevistador: Parece que precisamos de muita jardinagem por aqui.
Chance: Certamente que precisamos.
Seguem-se uma série de acontecimentos (nada como ver o filme por inteiro) e, de repente, Chance parece poder vir a tornar-se Presidente dos Estados Unidos. Entretanto Chance sem ninguém dar por isso…desaparece…direito a um lago…
Este brilhante filme merece sempre uma revisão, lembrou-me que em Portugal também precisamos de um bom jardineiro, para este jardim que dizem à “beira mar plantado”, mas tão mal tratado anda. Como alguém dizia no filme: ”Precisamos de muita jardinagem aqui” e (digo eu) por isso precisamos mudar urgentemente de jardineiro.
O nosso jardineiro (digo primeiro ministro, ou Passos Coelho como quiserem) não tem um discurso metafórico, nem inocente ou ingénuo como o de Chance, anda agora a querer dar-nos uns “mimos” para acreditarmos que tudo isto não passou de um filme e vamos voltar à realidade, fazendo de nós prisioneiros dos nossos jardins e assim, vermos o mundo pelo ecrã que ele quer que nós vejamos.
A tarefa está a ser facilitada pelo seu “padrinho” (digo Presidente da República, ou Cavaco Silva como quiserem) que já deve ter comprado as alianças para o novo casamento politico entre Passos e Portas e dar a sua bênção definitiva. De tão entusiasmado que anda com o «casório», Cavaco Silva, ou melhor “O Padrinho” (não confundir com a monumental e genial trilogia cinematográfica do Coppola) que parece não é nada com ele (mas não é por acaso que está há décadas no poder) e até já fez sua “a barragem do Alqueva”.
Quer que acreditemos que ele é um ingénuo como Chance…
Henrique LopesAgosto 2015
In Folha de Montemor - Transcrição autorizada pelo Autor

CENA À HITCHCOK

Não… não é o  Hitchcok quando terminaVA o seu programa de TV, tão pouco a Janet Leigh na banheira no filme Psicose… é o Chico Manel numa                                             “cena” concebida pelo nosso fotógrafo J. Claré.




DIVULGAÇÃO - TEATRO - REVISTA NO ALANDROAL


DIVULGAÇÃO

Vai realizar-se no dia 28 de Agosto (sexta-feira) na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa, pelas 21 horas, um concerto designado “MÚSICA NA CASA REAL: finais do século XIX” . Do programa constam alguns dos mais notáveis compositores do final do século XIX, que dedicaram obras musicais à Rainha D. Amélia. Este concerto é musicalmente suportado pelo acervo musical privado da Rainha D. Amélia, existente no Palácio de Vila Viçosa. Este concerto terá como intervenientes Rui de Luna (Canto/piano), Pedro Santos- (Acordeão sinfónico), Pedro Viana (Guitarra portuguesa) e Daniel Pinto (Viola baixo).
A entrada é livre.
Tiago Passão Salgueiro - Ajudante de Conservador - Museu-Biblioteca da Casa de Bragança - Vila Viçosa